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Storytelling não é o que te ensinaram que é e essa confusão está te impedindo de usar

Esse é o diário de uma storyteller. Um lugar onde eu mostro o que ninguém vê… antes de virar história.
Storytelling não é o que te ensinaram que é e essa confusão está te impedindo de usar

Quando a maioria das pessoas ouve a palavra storytelling, pensa numa coisa específica.

Pensa em estrutura. Em jornada do herói. Em começo, meio e fim bem delimitados. Em conflito, clímax, resolução. Em aquela fórmula que parece saída de roteiro de Hollywood e que todo curso de marketing digital usa como base quando quer ensinar como contar histórias.

Essa é uma definição de storytelling. É válida. Funciona em alguns contextos.

Mas não é a única. E para conteúdo digital para o tipo de conexão que acontece no Instagram, no blog, na newsletter essa definição carrega um problema enorme que ninguém fala.

Ela é grande demais para o cotidiano.

Quando você aprende storytelling como estrutura de três atos, você inconscientemente começa a procurar histórias que caibam nessa estrutura. Que tenham um começo claro, um conflito definido, uma resolução satisfatória. Que pareçam completas o suficiente para justificar a narrativa.

E a vida real não funciona assim.

A vida real é cheia de cenas sem resolução. De momentos que não têm clímax, que não têm moral da história, que simplesmente acontecem e ficam sem concluir, sem fechar, sem oferecer a satisfação de um final que faz sentido.

Se você só sabe usar o storytelling grande, você descarta tudo isso. E junto com o descarte vai a maior parte do material mais rico que você tem.

O storytelling que realmente conecta no conteúdo digital

O que eu pratico e o que eu enxergo nos textos que mais conectam não é estrutura de três atos. É algo mais próximo de uma fotografia do que de um filme.

É capturar um momento. Um detalhe. Uma observação. Um sentimento que passou rápido mas que carregava algo mais pesado do que parecia na superfície.

É o barulho do plástico antes do suco derramar. É o filho esperando a reação com aquele olhar específico. É a mãe que tira foto antes de pegar o pano e fica com a estranheza desse impulso por dias.

Não tem jornada do herói. Não tem clímax. Não tem resolução bonita.

Tem verdade. Tem detalhe. Tem a sensação de que quem escreveu estava realmente prestando atenção em vez de só existindo no piloto automático.

E isso conecta de um jeito que a estrutura perfeita de três atos raramente alcança. Porque a estrutura perfeita parece construída. A cena verdadeira parece real. E o leitor sente essa diferença antes de processá-la conscientemente.

Por que a confusão acontece e o que ela custa

A confusão entre storytelling como estrutura e storytelling como atenção ao real tem um custo específico para criadores de conteúdo.

O custo é a paralisia.

Você aprende que precisa ter uma história boa para criar narrativa. Que precisa de um momento significativo, uma virada, um antes e depois identificável. E aí você olha pro seu dia o café, o filho, a rotina e não encontra isso. Não tem jornada do herói na sua segunda-feira.

Então não cria.

Fica esperando pelo momento grande que vai justificar a narrativa. E o momento grande raramente chega. Ou chega e você não reconhece porque está procurando algo diferente do que está na sua frente.

O storytelling que eu pratico não precisa de momento grande. Precisa de atenção. De olhar pro comum com a pergunta o que está escondido aqui que parece óbvio mas não é?

A resposta para essa pergunta, quando você a encontra, é a história.

Não a jornada. O detalhe. A observação fora do óbvio. O sentimento que estava sem nome até você nomeá-lo.

Isso é storytelling também. É o tipo que cabe no seu dia, na sua rotina, na sua vida como ela é.

E é o que fica.

💌 Entre para o Diário de uma Storyteller

Bom... se você chegou até aqui, talvez esteja sentindo a mesma coisa que eu senti por muito tempo: criar conteúdo, mas sentir que ninguém realmente conecta explicar, mas não ser lembrada postar, mas parecer que está falando sozinha

Foi exatamente nesse lugar que eu estava, até perceber uma coisa que mudou tudo 👉🏻

o problema não era o conteúdo.

era a forma como eu estava contando.

A mesma história pode ser esquecível nas mãos de uma pessoa e inesquecível nas de outra. A diferença é a narrativa.

Aqui dentro, você vai encontrar: 💌 histórias reais que mostram o que ninguém posta 📖 narrativas prontas que você pode usar no seu conteúdo 💡 reflexões que vão mudar a forma como você enxerga o que cria ✍️ ideias simples que fazem as pessoas finalmente te ouvir

Não é sobre postar mais. É sobre postar com intenção.

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luênia silva

CRIADORA UGC E CONTEÚDO CRIATIVO

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Bom... se você chegou até aqui, talvez esteja sentindo a mesma coisa que eu senti por muito tempo: criar conteúdo, mas sentir que ninguém realmente conecta explicar, mas não ser lembrada postar, mas parecer que está falando sozinha

Foi exatamente nesse lugar que eu estava, até perceber uma coisa que mudou tudo 👉🏻

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